Sinopsis

Um disco na vitrola e algumas cervejas por programa. Três amigos contam as histórias por trás da música brasileira.

Episodios

  • #33 - Noriel Vilela - Eis o Ôme (1969)

    #33 - Noriel Vilela - Eis o "Ôme" (1969)

    05/03/2019 Duración: 36min

    Episódio perdido do Maniçoba, gravado no carnaval de 2019 e publicado apenas em 2021. Lado A Trinta e três. Carnaval em Olinda e no Rio de Janeiro. Temática afro-religiosa. Sete anos de Maniçoba Podcast. Webrádio musicália. Merle Travis e Ernie Ford. Propaganda da Heineken. Funk como le Gusta. Compacto Só o Ôme. Clementina de Jesus. Cultura do disco de vinil e discos que são fetiche. Peabiru. Nilo Amaro e Os Cantores do Ébano. O movimento Sambalança e o Samba de Concreto. Pistas de dança e bailes de Copacabana. Djalma Ferreira, Ed Lincoln e Waltel Branco. Pantera Cor-de-rosa, samba-enredo da escola Leões da Mocidade. Lado B Onomatopéias e jogo vocal e cultura afro no sambalanço. Jane Birkin e Serge Gainsbourg. Queda de meteorito na cidade de Chihuahua. Médici e a ditadura. Túlio Maravilha, Marina Person e Edgar Cotes. Orixá Exu, dono das encruzilhadas. Juçara Marçal e o grupo Metá Metá. Douglas Germano. Sincretismo. Recepção do disco. Participação e lançamento do disco no Chacrinha. Composição do Afro-Sambas,

  • #32 - Rodrigo Campos - Sambas do Absurdo (2017)

    #32 - Rodrigo Campos - Sambas do Absurdo (2017)

    21/12/2018 Duración: 45min

    Depois de um hiato gigantesco, Maniçoba Podcast retorna, após "clamor" do público, com ares contemporâneos. O disco "Sambas do Absurdo" do Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis é degustado numa conversa que abordou de Herbie Hancock a Despacito. Lado A Introdução com Beleléu, Leléu, Eu. Hiato de mais de um ano e clamor do público. Comentários nas redes sociais. Musicália. Pesquisa ABPOD. Douglas, consultor filosófico. Novidades do compositor Igor Menezes. Beto Pacheco e o Escuta Aí, Curitiba! Brasil precisa de diálogo. Corte no Isca de Polícia. Primeiro programa abordando o século XXI. Lado errado. Se não errar a faixa, não é Maniçoba Podcast. Albert Camus. Show do Teatro Paiol. Edição da Goma Gringa. O mito do absurdo e o suicídio. Revolta como possibilidade. Letras do Nuno Ramos. Autor da obra Vai Vai. Risco do discurso conceitural. Incômodo do disco. Origem do Rodrigo Campos no samba em São Mateus. Estranheza no que é cotidiano. Em Pinheiros, Ó do Borogodó. Bahia Fantástica. Coisas, Moacir Santos. O s

  • #31 - Clara Nunes - Claridade (1975)

    #31 - Clara Nunes - Claridade (1975)

    27/09/2017 Duración: 40min

    O episódio 31 do Maniçoba veio com ares e sons da a três raças numa só voz: Clara Nunes. Com o disco Claridade na vitrola, falamos de uma das maiores intérpretes brasileiras de todos os tempos, suas influências, seus caminhos, seu casamento pessoal e musical com PC Pinheiro. Participações mais do que especiais e mais uma vez com transmissão pelo Facebook. Aproveitem! Lado A Destruição do mito que mulher não vende disco Mais de 100 000 cópias. Convidada especial: Luana. Claridade e suas vendas. Valores físicos versus talento na Clara Nunes e na mulher brasileira. A voz doce e o romantismo de Clara. Paraopeba e Caetanópolis. Fuga devido a um assassinato cometido por um irmão. Belo Horizonte. As possibilidades do meio artistico. Dalva de Oliveira, Eliseth Cardoso. Cantora de radios. Cantou junto com o baixista "Bituca"- Milton Nascimento. Gravadora Odeon.Transição do catolicismo para a Ubanda. Portela na avenida: sincretismo, miscigenação e o povo brasileiro. O desafio de Paulo Cesar Pinheiro. Carisma e voz bras

  • #30 - Caetano Veloso - Qualquer Coisa (1975)

    #30 - Caetano Veloso - Qualquer Coisa (1975)

    12/09/2017 Duración: 47min

    O episódio de número 30 foi especial, o primeiro transmitido ao vivo pelo Facebook, com participação da audiência. O programa explorou a vida do mais expoente músico do movimento cultural Tropicália, a partir do seu disco de 1975, que é repleto de excelentes versões de canções. De Beatles a Chico Buarque, Caetano dá sua cara. Lado A Live do Facebook; Ricardo Boechat; Comentários dos ouvintes; Deliberações de boteco; Tríade da MPB: Chico-Caetano-Gil; Eleição da revista Rolling Stone; Sonic Youth; Jóia; Comentários do Poeta Mauro Barbosa; Versões sobre Leãozinho; Homenagem a Dadi (baixista do Novos Baianos); Formação em Letras; Andy Wahrol; Roll mops; Recôncavo Baiano; Podcast Hiperbólico; Zé Ramalho, o Bob Dylan brasileiro; João Donato no Programa do Jô e no FNAC, com Waltel Branco e Marco da Vinyl Club. Lado B Independência do Suriname; Fim das guerras coloniais portuguesas; Lançamento do Claridade, Clara Nunes; Arroz, feijão e Jorge Ben; Colagens e Tropicália; Lobão; Gil e Caetano no Glastonbury; Melancolia

  • #29 - Carlos Dafé - Pra Que Vou Recordar (1977)

    #29 - Carlos Dafé - Pra Que Vou Recordar (1977)

    29/03/2017 Duración: 39min

    O disco Pra Que Vou Recordar (1977) do príncipe da black music Carlos Dafé é o tema do episódio de número 29 do Maniçoba Podcast. Um papo descontraído sobre um dos mais importantes discos do movimento musical Black Rio, que arrebatou as pistas e pôs o Rio e o Brasil para dançar nos anos 70. A escolha é do nosso convidado Lucas Nonose, do duo de DJs Disco Veneno, que embala as melhores festas de música brasileira em Curitiba. Para que vou recordar? Para fazer o som pulsar. Aumente o volume, porque é som da pesada! Para querer sair dançando! Lado A Lucas 'Disco Veneno'. Disco do Dafé foi fundamental na cena black. Aniversário de 40 anos do disco. Contato do Lucas com a cena black: bailes da periferia como ato político. Afirmação negra. Preconceito e anti-preconceito. Time incrível de músicos. Dafé filho de músicos. Multi-instrumentista. Filho de poetisa e funcionário público. Uniu a técnica e a ideologia. Fuzileiros navais. O grupo Fuzi 9. Viagem pela América latina. Semelhanças com Luiz Gonzaga. Grupo Abolição

  • #28 - Mutantes - Os Mutantes (1969)

    #28 - Mutantes - Os Mutantes (1969)

    17/02/2017 Duración: 48min

    Maniçoba Podcast volta para valer para ouvir a seminal banda de rock Os Mutantes que, nasce no rock paulistano, dialoga com a Tropicália e desenvolve sua própria linguagem musical. O álbum de 1969 foi o escolhido por ser o primeiro a ter a banda como compositora da grande maioria das faixas, com exceção apenas de 2001 (Tom Zé) e Banho de Lua, clássico do rock italiano que foi popularizado no Brasil pela Celly Campello. Contamos ainda com a participação da convidada especial Jackeline Correa, a Rita Lee do episódio. Ouçam e degustem sem moderação! Lado A O retorno pra valer! Jackeline Correa, convidada especial. A segunda tentativa. Defeitos mutantes. Musica esquisita. Inicio da fase psicodélica. Transformadores, reis da criatividade. A censura de Dom Quixote e os artefatos para fugir da censura. O fuzz marcante. Claudio Cesar, o integrante disfarçado. O “Uou uou” e pedais construídos. O filme Beto Rockfeller. A mistura das influências. A linguagem e as letras poderosas. A base familiar e as influências. Liber

  • #27 - Sérgio Sampaio - Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua (1973)

    #27 - Sérgio Sampaio - Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua (1973)

    02/02/2017 Duración: 43min

    O Maniçoba Podcast retorna, após um longo período sem gravações, para explorar juntamente com o convidado Beto Pacheco do podcast Escuta Aí Curitiba o primeiro disco do Sérgio Sampaio, Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua (Philips, 1973). Músico de Cachoeiro do Itapimirim, cidade de Roberto Carlos, Sérgio foi descoberto por Raul Seixas enquanto ele trabalhava na rádio CBS. Sua música brasileira, baseada em violão, mas com atitude rock, chamou atenção de Raulzito para a produção do disco quase surreal Sessão das 10. Escute estas e outras histórias na edição número 27 do Maniçoba Podcast. Lado A Garrincha da MPB. Malditos benditos. Ressurreição da ressurreição. 125 anos de Nivaldo. Beto Pacheco: o convidado engatilhado. Marcelo Pulga e sua ressaca. A plateia. Sergio Sampaio como símbolo das mudanças da indústria musical: seria reconhecido hoje? O país do Guimarães Rosa. Descoberta pelo Raulzito. Morador das ruas da Lapa. Conterrâneo de Roberto Carlos: Cachoeiro de Itapemirim. Trabalho como radialista. Jogado na sa

  • #26 - Nara Leão - Nara Leão (1968)

    #26 - Nara Leão - Nara Leão (1968)

    21/08/2015 Duración: 36min

    Lado A Lázaro, Fênix e a ressurreição do Maniçoba. Poema de Carlos Drummond: Narinha Leão. Versão feminina do arquétipo da integração musical. Nascimento no Espírito Santo. Várias facetas. Doçura e malandragem na forma de cantar. Carmem Miranda homenageada. Antropofagia e Tropicália. Mulher professora de violão: revolução precoce. Roberto Menescal, Ronaldo Boscoli e Carlos Lyra. Dominguinhos e sua opinião: “Dona-de-casa elegante” e a força artística. O apartamento famoso na avenida atlântica. Estética da Bossa-Nova. “Música de apartamento”? Violão como símbolo. Vinicius, Jobim e João Gilberto. “Chega de Saudade”. Caetano e Torquato Neto: a visceralidade. O vocabulário do programa Lázaro. Nivaldo e o novo tratamento do Alzeheimer. Os namorados: Menescau e Boscoli (o véio). Término do namoro e a influência de Maysa. As famosas gravações do “Barquinho”. A bossa-nova e a história pessoal de Mosh: música de serenidade. O rompimento de Nara com o grupo da Bossa-Nova Aproximação com os sambistas do morro. Zé Keti, N

  • #25 - Wilson Simonal - Vou Deixar Cair… (1966)

    #25 - Wilson Simonal - Vou Deixar Cair… (1966)

    04/09/2014 Duración: 38min

    Com muito champignon, exploramos a explosão de popularidade e o posterior desaparecimento na mídia do showman brasileiro Wilson Simonal. Lado A Saudações maniçobeiros! Champignon, alho e óleo. A desorientação de Nivaldo. A cognição preservada. Atemporal é Simonal. Mito vivo e tragédia grega em Wilson Simonal: a vida Dionísica. Carlos Imperial, o verdadeiro pioneiro da pilantragem. O “roubo” das músicas tradicionais: Meu Limão, Meu Limoeiro. O desleixo aparente. Simonal foi eleito o melhor cantor de todos os tempos. O show do Maracananzinho em 1969. Sérgio Mendes. O patrocínio da Shell. O domínio do público: 30, 40, 50 mil pessoas (?). O desmaio de Simonal. A origem do uso da faixa na cabeça. A versatilidade de ritmos. O disco de transição. O “ Ray Charles”. A apresentação no Festival de 67. O Rei da Cocada Preta. Filho de empregada/cozinheira e radiotécnica. As dificuldades com o racismo. A ousadia e a bravata como formas de enfrentar o racismo: o Simonal mascarado. A apresentação com Sarah Vaughan. A figura

  • #24 - João Nogueira - Espelho (1977)

    #24 - João Nogueira - Espelho (1977)

    22/08/2014 Duración: 38min

    Lado A João, para muitos o “sucessor de Noel”. Amante da culinária consistente. Dobradinha e mocotó- a comida ogra. A origem e a ligação de João Nogueira com o estado de Sergipe. As ligações entre a história do próprio programa com o pai de João Nogueira. Era chorão da época do Pixinguinha e faleceu aos 10 anos do João. A capacidade de melodiar, sincopar e a poética apesar de técnica pouco elaborada: inovadoras. Paulo César Pinheiro e sua parceria no “Espelho”. Primeira gravação em 1973 sem tanta visibilidade. Conversa de Botequim: o samba de varanda versus o sambista de morro. O pai arranjou transferência para Sergipe para tocar com amigos e tomar a cachacinha no “cuité”. Nivaldo bebeu com o pai de João. A história cantada nacional. “Espera oh nega”. Conjunto Nosso Samba. Martinho da Vila, Beth Carvalho e o Clube do Samba. As dívidas do Clube do Samba. Zicartola. Clube do Samba, resgate do tradicionalismo, contraponto e o afastamento das gravadoras. O talento musical se iniciando muito cedo. Diretor de um bl

  • #23 - Adoniran Barbosa - Adoniran Barbosa (1974)

    #23 - Adoniran Barbosa - Adoniran Barbosa (1974)

    03/06/2014 Duración: 37min

    Lado A Sempre em nome do “pogressio”. Douglas o boemio e Jairo, o holandês sambista. Adoniran apresentado por Vadinho. O som mágico de Adoniran. Patrono do samba paulistano. João Rubinato e a mudança do nome. Família Italiana. A expulsão familiar. Os testes do Ary Barroso. As medicações eficazes de Nivaldo. A abertura do espaço social pelo Adoniran. O beliscão de Cris. A verdadeira “Saudosa Maloca”. Mato-Grosso e Matilde. Adoniran, o perceptivo e transformador da cara de São Paulo. Humor e olhar aguçado. O contato com as pessoas do cotidiano. Fundador Cultural, “trem das onze”, velocidade e Adoniran: a arte da sensibilidade. As semelhanças e diferenças quanto ao samba carioca: tipos humanos e forma de linguagem. A fotografia do cotidiano segundo Adoniran. A invenção da Boemia diurna. A continência ao mito. Lado B Nivaldo foi continuo… “mas você…” Produtor Milton Miranda. Edificio Joelma. Dom Juan Perón. Isabel Perón. Kraftwerk. Produção de Petróleo sergipano. Diário do Norte do Paraná. Penelope Cruz. Laura Pa

  • #22 - Tom Zé - Estudando o Samba (1976)

    #22 - Tom Zé - Estudando o Samba (1976)

    20/02/2014 Duración: 44min

    Lado A “Pra todos os gostos e todos os olhos”. O primeiro maniçoba na sauna curitibana. Douglas Lopes, o Grande Boêmio. Frequentador noturno de Tom Zé. O grande desafinado, inusitado e filósofo Tom Zé. O mais ousado Tropicalista, o menos reconhecido. A polêmica em forma de baiano. O tribunal do Feicebuqui e a coca-cola. O Aikidô musical- Tom Zé, o Steven Seagal da música. A quebra do dualismo. A origem em Irará, a expulsão da escola de música e a partida para os estudos em Salvador. O minimalismo em “A felicidade”. Os 130 anos de Nivaldo confirmados pelo Carbono 14. A metáfora da bossa nova: Conhecer a Bossa Nova e a namorada de três “orgãos do prazer e reprodução feminino” (tradução livre formal). Os conceitos musicais avançados de “Tô Ficando Atoladinha” - Uma verdadeira revolução histórico-musical. A isenção de preconceitos. A humildade de Tom Zé: as metas e os celulares. “Tô”, a diferença entre a confusão e a profundidade no paradoxo. Sonhos, caixas, tesouros e o enriquecimento da família de Tom Zé. Sorte

  • #21 - Milton Nascimento - Milton (1970)

    #21 - Milton Nascimento - Milton (1970)

    28/12/2013 Duración: 38min

    Lado A Confraternização. Convidados Talita e Marcelo. Pão de queijo. Macarronada na casa dos pais da família Borges. Villa-Lobos, Bossa Nova e Milton Nascimento. Rádio defeituoso. Som Imaginário. Família Tiso. W Boys, Quarteto Sambacana e bandas de baile. Instrumentos de Milton. Curso técnico de contabilidade em Belo Horizonte. Vida na pensão e a família Borges. Maiores parceiros: Márcio Borges, Ronaldo Bastos e Fernando Brant. Lado B Formação do Queen. Fim dos Beatles e o impacto no Clube da Esquina. Meu Pé de Laranja Lima. Mariah Carey Uma Thurman e Fernanda Young. Oscarito. Falecimento da seleção da Itália. Bituca. Festival da TV Excelsior e o encontro com Elis. Composição de Travessia. Milagre dos Peixes. Native Dancer. O Woodstock mineiro, no morro Paraíso. História do Clube da Esquina, primeiro disco duplo de estúdio do Brasil.

  • #20 - Walter Franco - Ou Não (1973)

    #20 - Walter Franco - Ou Não (1973)

    29/10/2013 Duración: 45min

    Lado A O convidado de 1973, grande Dráuzio Almeida.  Minimalismo. Estereótipos. Esplêndido incômodo. Ou não. Beatriz, a nova doutora. Companheiro Crostiti. O timbre das palavras e sílabas. Habilidade do compositor Walter.  Mamãe d`água. Revolver e a influência dos Beatles e John Lennon. Caetano Veloso e o disco branco. Discos mais devolvidos de todos os tempos. A angústia e a náusea. Música não-óbvia. Debussy e as marés. Walter Franco, o encerrador de festas. Sonoridade de mantras. 1945 o ano de nascimento de grandes músicos. Produziu inicialmente jingles. Cid Franco, pai, era radialista. A mixagem como instrumento musical. Produtores da capa. Festival de 1972. A estória de “cabeça”. Trabalhou com peças de teatro. O júri do FIC “conservador” e “Linear”. O pum de Rogério Duprat. “Cabeça”, uma das músicas mais vaiadas da história. A rede globo, a América católica. A destituição do júri. Dona Juliana, uma mulher milenar. Os Pholhas. A prisão de Roberto Freire. Lado B Canalha, outra música homenageada c

  • #19 - Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

    #19 - Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

    19/09/2013 Duración: 28min

    Lado A “Maniçoba no ar”. A voz e o tratamento hormonal do Augusto. A convidada Talita Parteka. Versos do Paulo Cesar Pinheiro sobre Dorival. Marca registrada e marca inimitável do Caymmi. Centenário próximo. A memória falhada de Nivaldo. Envolvimento do Dorival com os rádios do Rio de Janeiro. Vivência e incorporação do mar. Descendência de italianos com a mistura mulata: a origem do grande compositor. A mistura musical e a picardia do baiano. O pai de Caymmi achava que Dorival tocava violão mal. Inovação na forma de tocar o instrumento. “O mar” é a música que ilustra a vida artística do compositor. Caymmi hiptoniza. A bronca do pai de Caymmi e o ensino dos acordes. A estória do famoso bordel sem nome do Rio: participação do pai dele e o papel do boêmio. “Pé que não anda não dá topada”. O violão pictórico de Dorival: o artista figurativo. A vivência da Itapoã do início do século. Lado B Veraneios de Caymmi. Bento existiu! Nivaldo presenciou Noel Rosa. 2000 léguas submarinas. Kirk Douglas. Protótipo do 707. Pr

  • #18 - Novos Bahianos - Ferro Na Boneca (1970)

    #18 - Novos Bahianos - Ferro Na Boneca (1970)

    21/07/2013 Duración: 40min

    Lado A Apoteose e marco “Novos Baianos”: Amálgama. Cantam a própria personalidade. “Ferro na Boneca” e o sucesso nas rádios. França Teixeira e seu bordão. Onomatopéia. Lapada na Rachada? Mistura da contra-cultura, samba e futebol. Geraçao Hippie influenciou o Ferro na Boneca. A comunidade compartilhada. O famoso saco de dinheiro atrás da maçaneta. Guerrilha de Che Guevara. Os Novos Baianos viviam “Sitiados”. A pensão de D. Maritó. Moraes Moreira procura Tom Zé. Encontro com Luis Galvão, conterrâneo de João Gilberto.  Poema de Augusto de Campos. O abraço para Bia e Andrezão e a estória da família Trinchão. Baby Consuelo (Bernadete Dinorah). Férias em Salvador.  Show de 69, de Gil e Caetano, no caminho de Baby. Encontro com Pepeu. O bar em Salvador e a dupla Moraes-Galvão. La Bouche, o aparecimento de Paulinho Boca de Cantor. A origem do apelido: o cachorro King. As mães e as filhas de Moraes e Galvão. Buchinha e seu batizado tardio: Maria. A origem de “Acabou Chorare”. Bebel Gilberto. Lado B Prisão d

  • #17 - Gilberto Gil - Refazenda (1975)

    #17 - Gilberto Gil - Refazenda (1975)

    22/06/2013 Duración: 44min

    Lado A Poema de Paulo Leminski para Gil. Gilberto, o cosmopolita. Leitor antropofágico do poeta Esra Pound. A trilogia RE, junto com realce e refavela. Refazenda foi um retorno à cultura nordestina misturado à cultura Pop. Infância em Ituaçu. Participação brilhante de Dominguinhos. Luiz Gonzaga, o mestre maior. Primeiro instrumento foi acordeon. Gil é um caleidoscópio. A interpretação subversiva de Refazenda. A comunidade alternativa que não deu certo. O concretismo e o amor à palavra. O papel de João Gilberto. A revolução de “Pai e Mãe” e sua ligação com o debate contemporâneo da homoafetividade. O lado conservador de Gil: a formatura em administração. “Eu vim da Bahia”. Chico Buarque achou que Gil era melhor que ele. Elis e alavancamento da carreira de Gilberto Gil. Jeca Total, Monteiro Lobato, Gabriela. Ligação importante com a família. A cultura alimentar oriental. Miles Davis, Tuti Moreno e Jards Macalé. O papel do rádio na cultura cotidiana da época: “Essa é pra tocar no rádio”. Lado B A tropicália: Gil

  • #16 - Zé Ramalho - Zé Ramalho (1978)

    #16 - Zé Ramalho - Zé Ramalho (1978)

    21/04/2013 Duración: 46min

    Lado A O cósmico Zé Ramalho. “Carne de pescoço”.  Significado de “Avohai”. Brejo do Cruz. Chico Buarque.  A importância do avô e da contra-cultura na vida de Zé. O sussurro, a viagem alucinógena, a multiplicidade. Patrick Moraz da banda Yes, participou da gravação do disco. Vanuza e a primeira gravação da Avohai. A voz do Zé carimba e eterniza a versão. A Vila do Sossego. Do movimento Beatnik aos cantadores do Nordeste. De Pink Floyd aos Beatles. O impacto do Woodstock. O banho de lama do Velho Nivas. Analogia com Novos Baianos. Solar da Fossa no Rio de Janeiro. Caetano Veloso. Jards Macalé. Paulo Leminski. A origem do Catatau. A contra-cultura sertaneja (ou praiana?) paraibana. Chão de giz - o hino ao amor. Elba Ramalho. Quantos beijos surgiram ouvindo a canção? Rivastigmina. Amor, melancolia, totalidade e abandono. A influência da Jovem Guarda: “Elis & os Demônios” e “Os Quatro Loucos”. A Capetinha de Nivas. Zé, o tocador de viola. Dominguinhos e nosso Salve. Alceu Valença e Lula Côrtes. Quint

  • #15 - Waltel Branco - Meu Balanço (1975)

    #15 - Waltel Branco - Meu Balanço (1975)

    11/03/2013 Duración: 35min

    Meu Balanço (CBS, 1975) é o mais cultuado disco do grande maestro paranaense Waltel Branco. Uma pedrada musical brasileira única. Waltel tem uma história musical vastíssima e esteve envolvido em consagrados discos e trilhas sonoras brasileiras e norte americanas. Lado A Numa relax, numa tranquila, numa boa. Tim Maia. Música cosmopolita. Tomando uma cerveja com o mestre. Disco raro. 1975 ou 1972? Discogs. Influência de funk e soul cubano. Pai músico. Paranaguá, uma beleza envelhecida. Itabira e Santo Amaro da Purificação. 8 horas de estúdio do disco do Roberto Carlos. Temporada em Cuba. Músico de apoio da Lia Ray. Buena Vista Social Club. Participou das apresentações de Stravinski no Brasil. Na Espanha, tocou com Andrés Segovia. Tango, Jazz, Rumba, Bossa Nova. Astor Piazzolla. Período em Copacabana: Chega de Saudade e João Gilberto. Arranjo para Insensatez negado. Filhas do Waltel: Jael e Soraia. Lado B Temporada nos Estados Unidos: Quincy Jones, Sal Salvador, Nat King Cole e Henry Mancini. Seminarista. Trilha

  • #14 - Legião Urbana - Legião Urbana (1985)

    #14 - Legião Urbana - Legião Urbana (1985)

    13/02/2013 Duración: 42min

    Lado A O inesperado no carnaval: Musica popular britânica!  O inoxidável Dráuzio Almeida e a dissolução das fronteiras. Legião Urbana vencerá tudo!! O convidado Rodrigo. A importância da banda e sua representação na década de 80. A abertura política do país. Renato Russo: o porta-voz. “Por enquanto” como a melhor música de finalização de disco. A adolescência de Renato na década de 70. Brasília- a ilha cultural do país. Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Plebe Rude. A epifisiólise como alavanca da criatividade do Renato Russo.  A doença e a saúde, o exemplo do Renato Russo. A melancolia do poeta. Paralelo com Cazuza. A origem do apelido: Jean Jacques Rousseau. A turma da Colina. A origem do “Aborto Elétrico”. Fê e Flávio Lemos. O patrimônio do Legião veio do Aborto Elétrico. A nostalgia de Renato no aniversário da morte de John Lennon. A baquetada e o fim do Aborto Elétrico. O encontro do Dado Vila-Lobos e Marcelo Bonfá. Sangue e cordas de guitarra quebradas. Pichação e punk. O trovador solitári

página 1 de 2

Informações: